terça-feira, 29 de setembro de 2026

VALADARES BRASILIENSE x CIDADÃO MOSSOROENSE

Valadares(Chico de lou) passou em torno de três anos em Alexandria-RN, e ao passar no vestibular foi morar em Mossoró, por cerca de uma mês dormia nas dependências da Igreja Presbiteriana Central e fazia refeições na casa do Pastor Anselmo Rodrigues da Costa, pastor daquela igreja e também professor no Curso de Filosofia da UERN. 

Depois passou alguns meses na casa de uma prima, sobrinha de sua mãe, que morava no Bairro Santo Antonio, na rua Pedro Velho. Finalmente, finalmente consegui uma vaga na Casa do Estudante, tendo ajuda do seu amigo de Marcelino Vieira, hoje advogado José Augusto Neto, que morava lá.

Antes de concluir o curso conheceu sua esposa e se casarão em 1989, indo então morar no conjunto Abolição IV.

Ao terminar o curso de Direito, começou a advocacia criminal, já que tinha adquirido muita prática enquanto trabalhava com Drs. Saraiva Sobrinho e  Expedido Ferreira, na Primeira Vara Criminal de Mossoró-RN, hoje desembargadores do TJRN. 

Como ainda eram poucos os advogados, exerceu a advocacia privada na Empresa Nutrimar Serviços e Hotelaria LTDA, em especial na área trabalhista. Também atuou em diversos processo trabalhista em defesa de trabalhadores.

Em 1996 foi convidado para exercer a advocacia eleitoral em favor da então candidata a prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini, quando conheceu o grande articulista Carlos Augusto de Souza Rosado, que fora Deputado Constituinte na elaboração da Constituição do Estado do Rio Grande do Norte, juntamente com o Dr. Paulo de Tarso, advogado, com quem fez amizade e aprimorou os seus conhecimentos advocatícios, na elaboração de defesas eleitorais.

Em 1995 houvera passado no concurso de direito público para lecionar na UERN, e ao mesmo tempo em 1997, passou ao exercício de advogado público no Município, tendo em 2000 sido nomeado Procurador Geral do Município. 

Durante sua caminhada na advocacia, recebeu o título de Cidadão Mossoroense por projeto apresentado pela Vereadora Cláudia Regina Freire, por força do Decreto Legislativo 1271/2009, de 09 de novembro de 2009, sendo assim passando a ser conterrâneo de sua esposa e amadas filhas. 

No exercício de suas atividades como Professor lecionou várias disciplina como Direito Penal, Processual Penal, Direito Internacional Público, entre outras na Faculdade de Ciências Econômicas. 

Participou de todas os conselhos administrativos da instituição, foi Chefe de Departamento de Direito por dois anos, além de ter presidido a Unidade de Controle Interno da administração do então Reitor Milton Marques de Medeiros. 

Finalmente antes de sua aposentadoria exerceu a Direção da Faculdade de Direito por um pouco mais de uma anos, quando sucedeu o Professor Lauro Gurgel, que tinha assumido a chefia de Gabinete na primeira administração da professora Cecília Maia. 


segunda-feira, 28 de setembro de 2026

CHICO DE LOU – OS ESTUDOS


Lou incentivou Francisco a estudar, porém com objetivo de “aprender escrever uma carta e ler outra”, nas palavra dela, mas também para que pudesse escrever uma carta para sua avó paterna, Eufrásia de Oliveira Silva que morava em Feiticeiro, Município de Jaguaribe-CE. Havia também um outro objetivo em sua mente demonstrar para seu ex-companheiro que efetivamente tinha colocado seu filho para estudar, pois ele havia questionado que ela não faria isso.

Francisco estudou e fez o que Lou falou, escreveu para sua avó, a qual lhe respondeu a carta e falou até da possibilidade da gente conhecê-la, porém na época, tudo difícil não tinham condições financeira de ir até Jaguaribe.

Depois disso, Lou, como era analfabeta, afirmou para Francisco que estava bom, não precisava mais estudar, mas Francisco já havia se embrenhado nos livros da Biblioteca Municipal e nos livros da Biblioteca de sua madrinha Terezinha Cardoso. E resolveu por conta própria estudar à noite enquanto durante o dia trabalhava em diversas fazendas ao redor, na agricultura da época.

Assim ao final de 1982 terminou a sexta série na Escola Estadual Padre Bernardino Fernandes em Marcelino Vieira, quando em 1983 sua mãe resolveu se mudar para a cidade de Alexandria-RN. Francisco continuou os seus estudos na Escola Cenecista de Primeiro Grau Dr. Gregório de Paiva, tendo sido aluno exemplo participou como aluno escolhido para participar de uma encontro das escolas Cenecistas em Rafael Fernandes-RN. Concluiu assim o primeiro grau em 1984; durante o ano de 1985 começou a fazer exames de suplência(supletivo) e dentro de um ano concluiu o segundo grau, sendo então convidado para dar aulas na escola que estudara, ministrou as disciplina de matemáticas, ciências físicas e biológicas nas sétima e oitava séries da escola. Em 1986 se submeteu ao vestibular para o Curso de Direito na Universidade do Estado do Rio Grande Norte, sendo aprovado em 27º lugar, num total de 40 vagas.

Neste período de estudos em Alexandria, foi servidor da Prefeitura por seis meses, sendo prefeito o Sr. Waldemar Veras,  e iniciou as atividades como contratado pelo Estado do Rio Grande do Norte, mas ficou a disposição do Poder Judiciário, sendo na época o Juiz da Comarca, o Dr. Dilermando Mota Pereira, hoje desembargador, e que também frequentavam juntos a Igreja Presbiteriana do Brasil.

Na Igreja de Alexandria além de membro participava da diretoria na condição de secretário.

Convém lembrar aqui que em Alexandria Francisco optou por se apresentar pelo seu sobrenome Valadares, sendo conhecido até hoje em Mossoró-RN, onde casou e teve duas filhas com sua esposa Rosângela Silva Valadares.

domingo, 27 de setembro de 2026

FRANCISCO(Chico de Lou)



FRANCISCO, foi batizado na Igreja de Nossa Senhora do Carmo, em Brasília-DF, Livro I, fls. 45/v, aos 29 de dezembro de 1963, pelo Frei Lamberto Lambooy, consta que é filho de Francisco Valadares Oliveira e de Maria de Lourdes da Silva, e nasceu em 05 de novembro de 1962, seus padrinhos foram Euzébio Bartolomeu Ribeiro e Maria Zenaide Quezado Pinto Ribeiro.

Porém Chico de Lou(Francisco) foi criado em Marcelino Vieira-RN, cidade de sua Mãe(adotiva). Ali conheceu boas família na comunidade. Ao chegar em Marcelino Vieira em 1968, a cidade ainda não tinha sequer luz elétrica, todos usavam lamparinas e a vida era difícil. Então Chico começou a trabalhar construindo açudes juntamente com seus primos, filhos de tia Naninha, a construção de pequenos açudes era feita com o barro carregado por pequenos caixotes nos lombos dos jumentos.

Segundo um costume nordestino sua mãe tomou como padrinhos de fogueira Vicente Arnaud de Medeiros e Terezinha Cardoso de Medeiros (poderia ser na fogueira de São João ou São Pedro). A partir daí Chico de Lou passou a integrar a comunidade e ao completar 12 anos foi aconselhado por sua mãe a fazer o Crisma conforme orientado pelo seu padrinho de crisma Vicente Lopes, tendo a partir de então se tornado um Católico Praticante.

Na casa de sua madrinha Terezinha tinha livre acesso, convivia com seus filhos e filhas como se fossem irmãos. O principal acesso e de grande importância era a biblioteca daquela casa(conhecida como estante de livros), onde começou a sua formação intelectual, de forma autodidata, em especial diante de diversos livros em matéria de religião que ali dispunha, leu o Grande Conflito de Ellen Ehite, Luz nas Trevas, História Sagrada, e outros livros de origem Russellitas. Por outro lado adquiriu ideais socialistas, pois todas as noites ouvia num Motoradio de sua madrinha Terezinha, a Rádio Central de Moscou, que transmitia a programação para a América latina, uma hora em português e uma hora em espanhol.

No primeiro semestre em que deveria completar 18 anos, Chico de Lou que era bem organizado, procurou a sede da prefeitura para fazer sua inscrição no serviço militar, mas teve que primeiro providencia sua certidão de nascimento, já que por impedido legal(seu pai era solteiro, e sua mãe era casada) não fora registrado em Brasília. Fez a declaração de seu nascimento no cartório, mas sua mãe teve que assinar, e sob a égide do Código Civil de 1916 foi registrado apenas como filho de Maria Lou.

Em razão da leitura aos 17 anos Chico de Lou se ligou a fé protestante, por um ano na Igreja de Cristo(denominação surgida de uma cisão da Assembleia de Deus em Mossoró) com sede na cidade de José da Penha, já que em Marcelino Vieira não havia nenhum protestante filho da cidade.

Um após esse decisão se tornou membro de Igreja Presbiteriana do Brasil, com sede na cidade de Alexandria-RN.

Nas eleições de 1982, pela primeira vez, teve contado com o direito eleitoral, e exerceu a presidência da décima segunda seção eleitoral. Mas antes leu toda a parte que tratava das eleição no Código Eleitoral que encontrou na Biblioteca Municipal de Marcelino Vieira. Deixa aqui registrado que a indicação dos mesários era feita pelos candidatos ao juiz, e quem o indicou foi o então candidato a Prefeito Edilton Fernandes.

sábado, 26 de setembro de 2026

OS FILHOS VIRTUAIS DE MARIA LOU

 Maria Lou pode não ter tido filhos ao longo da vida. Em Brasília ela fez muitas amizades interessantes, como Dona Hilda, esposa do Deputado por Minas Gerais, Geraldo Freire da Silva, com um jornalista chamado Alberto Onça, que tinha um apartamento funcional ao vizinho ao do Deputado Gerado. Também teve amizade com o Capitão de Exército Euzébio Bartolomeu Ribeiro, ou simplesmente Capitão Ribeiro. Ao final dos anos 60 seu companheiro Nobor Batista, dizendo-se doente de tuberculose, resolveu ir para sua terra no Nordeste, e alegou que mandava dinheiro para ela também ir depois. Maria Lou, porém passou a viver maritalmente com seu companheiro Soldado Valadares. Depois alegou que estava grávida dele, ele porém, como permanecia no quartel, portanto estava servindo o exército, alegou que só chegou a ver o filho em sua casa, depois quando chegou em uma das folgas no quartel.

Com algum tempo de convivência, morando em um barraco em Sobradinho, a relação se deteriorou, não seria de se estranhar, pois ele tinha em torno de 20 anos e ela de 51.

No fim de 1968, após uma forte briga entre os dois, ele a ameaçou e ela resolveu abandonar a casa e foi falar com o Capitão Ribeiro, que concordou que ela fosse para a sua terra Natal , com o seu filho, dando instruções como seria a forma de disciplinar e criar o filho que tinha em tono de seis(6) anos.

Ela apelou para D. Hilda, que consegui com seu esposo duas passagens aéreas até a capital do Rio Grande do Norte. Essa passagens podem também ter sido cortesia de Dona Hilda, pois ela era fazendeira em Boa Esperança-MG.

Ao chegar no RN D. Lou foi para a cidade de Pau dos Ferros, onde permaneceu por algum tempo na casa de seu primo Lucas Fernandes, muito influente na cidade, e que tinha uma apelido de Luca Cão(falecido recentemente no seu convite de sepultamento os familiares, indicaram sem sentimento de depreciação seu apelido, como era carinhosamente conhecido na cidade). Lucas ao ver o tratamento violento que D. Lou dava ao seu filho, ele começou a ameaçar de investigar de onde ela teria trazido a criança, e que se fosse o caso ir mover uma ação judicial para adotar a criança.

Logo, em seguida D. Lou seguiu para sua terra natal, Marcelino Vieira, ao chegar disse para sua irmã, conhecida como Naninha, que só tinha tido esse filho. Porém a comunidade começou a questionar a maternidade desta criança, inclusive, como filho único que veio sem tratamentos disponíveis à época, incluindo o fato que não teria tido outros filhos. Para suprir essa lacuna D. Lou começou a acrescentar que houvera tido nove(9) filhos com Nabor Batista, mas todos morreram, citando vários nomes, tendo o narrador a lembrança de apenas um nome Mirabeau, que mais tarde soube aqui no RN que esse nome era comum a um dos filhos de Nabor, fonte de sua inspiração. O próprio companheiro dela Soldado Valadares chegou a afirmar que nunca tinha ouvido falar que ela tivera outros filhos, durante sua convivência com ela de no mínimo seis(6) anos.

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

MARIA DE LOURDES – DONA LOU

                 Dona Lou é mãe adotiva do narrador, embora a tenha como mãe biológica até meados de 2023. Dona Lou nasceu em 20 de janeiro de 1912, na Vila de Victória(hoje cidade de Marcelino Veira-RN). Era a filha mais velha de 8 irmãos. Aos doze anos se casou no padre e foi morar com o seu marido na cidade de Lajes-RN. Porém ao chegar na casa de seu marido, soube que ele tinha outra mulher e não aceitado tal situação voltou para a casa de seus pais. Porém ao voltar para casa, começou a ser discriminada pelas irmãs com palavra pejorativas, como que agora ela era uma “mulher da vida”. 

O seu marido, a quem ela chamava de José, até veio a casa de seus pais, com a finalidade de levá-la de volta, mas seu pai Ramiro Félix da Silva, não gostando das intenções de seu genro o levou para tomar banho no rio de Victória e de ela esse marido desapareceu. Sua mãe se chamava Francisca Maria da Conceição (há um registro no Family Search de que ela também pode ter tido o nome de Francisca Maria do Espírito Santo, o que está consignado na certidão de batismo de sua irmã Josefa). 

Diante da discriminação das irmãs Maria Lou resolveu deixar a família e viver por conta própria, vindo a morar em Antônio Martins, onde conheceu Joaquim Paulo da Silva, sendo ela uma mulher muito bonita, tez branca bronzeada, ele se apaixonou deixou a esposa e casou com ela no Civil, na cidade de Martins-RN,  cujo documento está de posse do narrador.   

Pelos anos de 1935 o seu pai se tornou retirante por causa de uma seca e precisou se deslocar para região mais amena para sustentar os filhos, e passou na casa de Dona Lou para se despedir da filha. Foi ma algum tempo depois retornou para Victória, e durante o trajeto adoeceu e faleceu, com pouco mais de 40 anos. A sua mãe e os seus irmãos se alojaram perto de sua casa em Antônio Martins, e a partir daí ela começou a sustentar sua mãe e seus irmãos com os recursos de seus esposo Joaquim. Mas ele não gostou e disse que não poderia sustentar a família dela. Ao que ela retrucou dizendo que se ele não poderia sustentar a família dela, ela iria embora. E logo passou a viver em união estável com um senhor chamado Nabor Batista, que por razões desconhecidas convidou ela para ir embora. 

Ao ir embora com esse companheiro também levou consigo sua irmã mais nova, cujo nome que se tem conhecimento é apenas Maria, que casou com um fazendeiro, mas até hoje a família não sabe notícia dessa irmã.  

Até aqui antes de dar prosseguimento a está narração, ao passar por vários Estados do Brasil terminaram em Goias, onde finalmente chegaram a Brasília-DF, na fundação, onde ela colocou uma pensão, tendo finalmente Nabor adoecido de tuberculose e vindo para o Nordeste para, segundo ele morrer em sua terra. Aí então Maria de Lourdes passa a viver em união com um então soldado do exército de nome Francisco Valadares Oliveira. 

Maioria das informações que aqui constam foi contada por Maria Lou. Este relato pode continuar com mais detalhes. 

sábado, 14 de setembro de 2024

Como instalar o adaptador wifi USB Intelbras ACtion A1200 no Linux Mint(Possível no Ubuntu)

 

FONTE DESTA POSTAGEM: clique aqui (algumas correções foram feitas a partir de resposta a comentários feitos pelo autor, especificamente nas linhas: #git clone https://github.com/morrownr/8812au-20210820.git #cd ~/src/8812au- 20210820).

Dica testada no Linux Mint 21.3 Virginia. Deve funcionar em Ubuntu e outras derivadas. 


O adaptador wifi USB Intelbras ACtion A1200 não funciona "de fábrica" no Linux Mint 21.3, mas não se preocupe! Com alguns passos simples, você pode instalá-lo e aproveitar sua Internet sem fio.


Linux: Como instalar o adaptador wifi USB Intelbras ACtion A1200 no Linux Mint

Caso não tenha como conectar via cabo Ethernet, considere conectar-se temporariamente com ajuda de um celular, com o cabo USB. Aquela opção de "Ancoragem via USB".


Siga estas instruções.


Abra o terminal:


Pressione Ctrl + Alt + T no seu teclado.


Atualize e instale os programas necessários:


#sudo apt update

#sudo apt install build-essential git dkms


Baixe e instale o driver:


#mkdir -p ~/src

#cd ~/src

#git clone https://github.com/morrownr/8812au-20210820.git

#cd ~/src/8812au- 20210820

#sudo ./install-driver.sh


Em uma linha:


#mkdir -p ~/src/; cd ~/src; git clone https://github.com/morrownr/8812au-20210820.git; cd ~/src/8812au-20210820; sudo ./install-driver.sh


Obs.: no momento da criação da dica, o comando era esse com "8812au-20210629", mas esse número pode mudar quando atualiza a versão. Por exemplo, a usuária Bica_Blindada, no dia 11/06/2024 precisou substituir o "20210629" por "20210820. É bom consultar https://github.com/morrownr/ para ver o número atual.


Explicação dos comandos:


sudo apt update : Atualiza a lista de pacotes disponíveis.

sudo apt install build-essential git dkms : Instala os programas necessários para compilar e instalar o driver.

mkdir -p ~/src` : Cria um diretório chamado "src" no diretório pessoal.

cd ~/src` : Navega para o diretório "src" no diretório pessoal.

git clone https://github.com/morrownr/8812au-20210629.git`: Clona o repositório Git.

cd ~/src/8812au-20210629`: Navega para o diretório recém-clonado "8812au-20210629" dentro do diretório "src".

sudo ./install-driver.sh`: Executa o script de instalação chamado "install-driver.sh" com privilégios de superusuário (sudo), que instala o driver relacionado ao hardware ou software específico no sistema.


Após a instalação do driver:


Reinicie o seu computador.


Conecte o adptador wifi USB Intelbras ACtion A1200 à porta USB do seu computador.


O adptador wifi USB Intelbras ACtion A1200 estará pronto para uso!


Dicas extras:

Se você tiver dúvidas, consulte a documentação em:

https://github.com/morrownr/


Espero que esta dica tenha ajudado!


quarta-feira, 23 de agosto de 2023

Você pode acabar com problema que impede o desligamento de sua máquina no Ubuntu

 


A. Abra um terminal
B. Faça uma cópia de segurança do arquivo de configuração do Grub, copiando-o e colando em outro lugar seguro.

C. Abra o arquivo de configuração do Grub com um editor de texto, um exemplo é o gedit;

sudo gedit /etc/default/grub

D. Com o arquivo aberto, localize a seguinte linha:

GRUB_CMDLINE_LINUX_DEFAULT="quiet splash"

E. Substitua splash por acpi=force no final dessa linha, conforme mostrado abaixo:

GRUB_CMDLINE_LINUX_DEFAULT="quiet acpi=force" 

F. Salve e saia do arquivo;
G. Atualize a configuração do Grub com o comando:

sudo update-grub

H. Desligue ou reinicie o PC para testar, se quiser pode usar:

sudo reboot

Você pode retornar, caso deseje as configurações anteriores, copiando e colando o arquivo que foi colocado no local seguro, com o seguinte comando:

sudo cp /etc/default/grub /etc/default/grub
Sempre lembrando de repetir os seguintes comandos.
Para atualizar #sudo update-grub 
Para reiniciar se desejar: #sudo reboot